quarta-feira, maio 07, 2014

O Padre José apaixonou-se

Ele tem trinta e poucos anos e ela vinte e muitos. Não se conheceram no acaso da paróquia, mas no ocaso da vida. Por causa de Deus e das Suas coisas, tiveram que trocar palavras. Muitas. Depois trocaram olhares, gestos, cumplicidades. Até se sentirem presos a uma corrente invisível. Uma corrente de três ou quatro metros, com cada um deles nas pontas. A uma distância uma união. Encontrei o padre José no mundo da Internet e foi ele que começou a conversa. Não consigo descrever todas as emoções que vêm crescendo em mim há muito tempo, amigo. Ela é extraordinária. Quando estamos juntos, sinto que me evita. Mas eu não consigo deixar de pensar nela. Gosto de dialogar com ela e de lhe sentir o cheiro. Na igreja procuro-a no meio das outras pessoas. Ainda por cima é minha paroquiana. Não tenho medo nem vergonha do que as pessoas possam dizer, do que possa pensar a sociedade em geral, do que possam sofrer os meus pais e restantes familiares. Mas não sei que fazer, amigo. O que será melhor? Viver como sacerdote com o coração triste, ou viver como um homem que descobriu o que é o amor mas tem de abdicar de toda uma vida que se construiu?
Eu não soube responder. É tão complicado responder a um colega sobre estas assuntos que são nossos, de todos os padres, e que não nos podemos distanciar deles. E depois andamos nós a pregar que o principal mandamento de Deus é o Amor. Mas queremos castrar-nos uns aos outros na forma mais íntima de amar. E precisamos de padres que saibam amar. E precisamos de padres autênticos. E precisamos de padres porque cada vez somos menos. Por isso não lhe respondi como devia. Fiz o mais fácil nestas ocasiões. Disse-lhe que ia rezar por ele. Apetecia-me dizer que ele devia procurar a felicidade fosse como fosse. Que devia ter consciência que as paixões passam e só fica o amor. E que o amor a Deus não é apenas uma paixão. E que tudo passa se assim permitirmos que aconteça. Mas como era tanta coisa e tanta coisa paradoxal, acabei por dizer apenas. Vou rezar por ti, amigo.

38 comentários:

Anónimo disse...

Bom dia!

Ele tem mais que trinta e poucos, está naquela fase transitória da vida, aquela complicada em que se acaba de sair da fase definitiva de afirmação e se entra no desafio da chamada meia idade, chamo-lhe desafio porque também ela está nessa idade e sabe que é um verdadeiro desfio.

São ambos comprometidos, ele com Deus em primeiro lugar e também com a igreja, e ela com o compromisso assumido no passado.
Ele tem o olhar mais doce e ternurento que ela já alguma vez sentiu, ela é gentil forte mas delicada tem um "gosto particular pelo azul" que ele define como AMOR.

Não trocaram mais que "um" forte abraço e muitas horas de "confissões" mas procuram-se mutuamente, rezam ajoelhados e de mãos dadas para que as circunstancias não tirem a vida dela, ela reza todos os dias em segredo para que ele tenha forças para levar adiante os seus projectos, e encontre a felicidade ainda que isso signifique distanciar-se dele.

Ele inclui-a nas orações e ela quando não tem forças para rezar acende uma vela que reza por ele.

E completam-se espiritualmente, e sentem nos desejos a vontade avassaladora de poderem completar-se totalmente.

Não existe "paixão" entre eles (não da forma como as pessoas a definem) existe entre eles aquela vontade de poder agradecer ao outro por permitir que cada um seja "ele próprio no outro".

É deveras muito complicado.

Torna-se mais difícil de aceitar e conviver com estes sentimentos porque ambos são comprometidos.

O amor de Deus e o amor a Deus não é uma paixão, nem sequer se lhe assemelha... mas não é em cada um de nós que Deus habita hoje? Tal como habita ou permanece ou está em tudo o que nos rodeia? Não é Ele mesmo o "pão partilhado" aquele que sacia todas as ansiedades? Aquele que não se define não se mostra nem se esconde, aquele que apenas é possível "apreender" no silêncio e na sintonia de um completar-se no "outro"?

A autenticidade não se mede ou vê pela "castração" imposta por diversos factores externos, avalia-se pela capacidade de se abrir ao amor de uma forma incondicional.

Somos autênticos quando somos capazes de nos fundir no "outro" no "AMOR" mantendo a nossa identidade.

É mesmo muita coisa paradoxal...

Hoje, rezarei também por ti amigo do amigo confessionário.

Não sei o que te dizer e gostava de encontrar algumas palavras que pudessem encorajar-te a seguir o caminho da tua felicidade seja ele qual for.

Não encontro palavras, mas tenho uma vela que acenderei por ti, por ele e por ela.

"AMAR" é uma experiência única indescritível...

Desculpe, o relato... a sua história tocou na minha alma que hoje não consegui silenciar.

Ruth Bassi disse...

Caro Padre,
O que contas acontece quando menos se espera e sem escolher idade ou condição. Só que há situações em que é bem difícil tomar uma decisão porque, qualquer que ela seja, vai ferir pessoas ou princípios. Além disso o que, por vezes, parece um grande amor é uma paixão e esta tenderá a esfumar-se. Neste caso, penso,seria de tentar sublimar o sentimento e, ao fim de algum tempo, poderá vir a ser uma recordação.
Há também que atender aos compromissos feitos ao abraçar o sacerdócio e que devem ser respeitados, numa altura em que há uma tão grande falta de vocações.
Mas, a verdade é que todos nós precisamos de ter um amor, se possível, pleno. E quantos o encontram e são felizes?
É uma encruzilhada de difícil resolução.
Rezemos pelo Padre José e por muitos outros que estão na mesma situação.
Um abraço
Ruth

Aquário disse...

Este padre, a que é dado o nome de José, será mais um entre tantos outros Josés. Um José que tem dúvidas e que parece querer um pretexto para mudar de vida ou, pior ainda, apenas experimentar novas sensações. E encontrou-o na rapariga de que fala a história.

Creio que é prematuro pensar em amor. Não se ama perante contactos ocasionais nem meia dúzia de conversas por mais interessantes que sejam. Muito menos existe amor à primeira vista. Quando muito, será um entusiasmo. Amor é outra coisa.

Sem querer menosprezar os sentimentos do padre José, penso que deverá pensar um pouco menos em si e mais na outra pessoa. O que quererá ela?(se é que quer mesmo alguma coisa). Entendo a expressão “quando estamos juntos sinto que me evita” como sendo bastante clara quanto ao outro lado. Poderá ter duas interpretações: até poderá sentir algo por ele mas não quer comprometer-se com esta situação porque respeita a sua condição ou então não sente nada mesmo e ao perceber que ele sente algo procura evitar que o contacto tome outro rumo.

Aconselharia o padre José a resolver a dúvida que tem dentro de si. E é consigo mesmo que deverá resolvê-la. A resposta está nele e não na outra pessoa. Muito menos existe por causa dessa outra pessoa.

Concordo que o padre José deva procurar a sua felicidade mas também tem de perceber que na procura dessa felicidade poderá magoar uma pessoa que apelida como “extraordinária” e por isso perdê-la para sempre. Não necessariamente perdê-la de vista mas perdê-la no mais importante: na amizade, na cumplicidade, no respeito, na consideração. Valerá a pena correr esse risco?

Anónimo disse...

“O padre” é uma importante referência de fé na comunidade. Além de ser veículo da Palavra, deve ser Palavra vivida. Por isso, o seu ministério é indissociável da sua conduta pública e privada. Exige-se de um padre uma vida impoluta e superiormente vivida. A sua forma de ser e estar no mundo tem de espelhar um íntimo em que imperem elevados princípios morais, éticos e religiosos. A sua autoridade advém-lhe de uma vida exemplar. Está sempre sob escrutínio. Ser padre é uma escolha. A castidade não o é, ou pelo menos não o será na esmagadora maioria dos casos. A castidade é um sacrifício maior e vitalício, aceite para ser padre. Para poder servir a Deus daquela forma determinada. O padre, por ser padre, não deixa de ser homem. Após os votos permanecem nele intactos as pulsões, instintos e necessidades afectivas inerentes ao comum dos homens. O carácter sacrificial da castidade, a renúncia perpétua à realização de uma dimensão intrínseca e essencial do homem que é padre, a superação de tensões, mediante a total entrega de si, constitui um fortíssimo e modelar testemunho de fé prestado à comunidade. Desde que a alegria por ser padre se sobreponha às frustrações geradas. Eleva o sacerdócio acima de uma vulgar actividade ou profissão, reforçando a sua vertente divina e sacramental. A meu ver a relevância positiva da castidade é essencialmente esta. E é importantíssima. Resta saber se se justifica. Se constitui uma imposição justa, humana e cristã. Se a nossa fé é tão débil que precise de mártires vivos para se fortalecer.

Anónimo disse...

Que bonito texto, Padre.
Espero que este Padre e outros na mesma situação encontrem o caminho de uma vida completa, independentemente das suas escolhas :)

Dulce

SIRF disse...

Deve ser uma situação mesmo difícil! Numa paróquia vizinha aconteceu isso mesmo! O pároco apaixonou-se por uma paroquiana! Foi correspondido! Casaram e tiveram dois filhos. Daquilo que mostram são felizes. Eu sou da opinião que sim, o pároco antes de ser padre já era homem, e continua a ser. Tem sentimentos que tem de perceber, mas caso chegue à conclusão que é correspondido e efetivamente é amor, deve avançar para a felicidade.
Eu iria mais longe, como cristã que sou, praticante, defendo que deveria ser dada aos padres a autorização para casar, e viver em família. Só a "confissão" me deixa reticente. Mas a confissão coletiva já é feita em várias paróquias. Porque não expandir! Mas pronto! Para já, espero que o padre José faça a escolha certa. A que o fará feliz.

Anónimo disse...

Com a sua permissão, Confessionário, deixo aqui este link:

http://w2.vatican.va/content/francesco/pt/messages/vocations/documents/papa-francesco_20140115_51-messaggio-giornata-mondiale-vocazioni.html

Anónimo disse...

Fica a sugestão de um livro sobre Amor e Paixão: "Livro da vida", de Santa Teresa de Ávila.

Deus é Amor.

Anónimo disse...

Boa noite.

Ao ler o teu texto senti uma grande tristeza, se é que a verdade se pode dizer. Cuitado do padre josé!... Não me queria na pele dele. Só peço ao Senhor Sumo e Eterno Sacerdote, uma vez que estamos na semana das vocações, lhe dê aquela força que ele precisa para desernir o que é amor, e o que é paixão. Por vezes estas paixões depressa se desfasem como bolas de sabão. Vamos todos rezar por ele. A oração tudo pode junto de Deus. Que vale a pena gainhar o mundo inteiro, com todos os seus praseres se vir a perder a sua alma? Padre confessinário,ajuda esse teu amigo. Dá-lhe força para ele te ajudar a ti.
bjs.

Lili disse...


Sempre ouvi dizer que Deus escreve certo por linhas tortas, que nunca faz nada ao acaso. Basta estar atento aos sinais...

Abraços
Lili

p.s. Tive nos meus tempos de escola um professor de Filosofia, que não foi padre por acaso do Amor. Ele contava-nos a história, vezes e vezes sem conta, sempre gostei da ouvir de todas as vezes que a contou...

Anónimo disse...

De que serve a Deus a castidade de um padre? Para que é que Deus precisa dela, especialmente quando é encarada como um sacrifício que mina por dentro e não como uma opção de vida livremente escolhida?
Deus não precisa dessas provas de Amor para nada, porque conhece a exacta medida da capacidade de entrega e amor de cada um. Não sou contra a castidade, muito pelo contrário, respeito as opções de cada um e compreendo a sua importância como exemplo de vida, num mundo onde o sexo sem sentido ocupa um lugar cada vez mais dominante, mas não consigo deixar de pensar que o que mais ofende a Deus é não amar. Deus quer que nos amemos sobretudo com verdade e com dignidade. Quando se ama com verdade, o Amor é um só. Amamos de forma integral, com o coração e com o corpo e não existem separações. Lamento que os padres não possam experimentar essa dimensão humana de partilha e intimidade.
Quanto ao padre José, deve em primeiro lugar, assegurar-se se a outra pessoa sente o mesmo que ele, e no caso de sentir, se também estará disposta a enfrentar as convenções, a sociedade e a família (bem como outras dificuldades) em nome desse amor. Depois é preciso ter calma. Deixar passar algum tempo, deixar crescer os sentimentos e a intimidade antes de tomar decisões definitivas e irrevogáveis. Porque às vezes parece que o amor pode tudo, e depois não pode com nada. Quando um padre deixa de ser padre, a vida muda para sempre. Nada fica como antes e se o amor não vem cumprir as expectativas que se criaram de parte a parte, geram-se muitas frustrações e muitos sentimentos de culpa e arrependimento. Por favor, não se choquem com a minha opinião, mas não julgo que seja desonesto que ambos se conheçam de forma íntima antes de tomarem decisões. As pessoas também namoram antes de decidirem casar para se conhecerem melhor. Um padre quando se apaixona, devia poder interromper temporariamente o seu ministério para se assegurar dos seus sentimentos e para descobrir se a vida matrimonial é realmente aquilo que quer ou se aquilo que sente não é apenas o resultado de alguma carência afetiva.
Desejo que o padre José tome a melhor decisão para si e para a sua amada.
Augusta

Anónimo disse...

Augusta, a sua opinião não choca nada. É para respeitar, como todas as opiniões. Ainda por cima está fundamentada!
Também acho que Deus não precisa dessas provas de amor.
Aliás, acho que aqueles que optaram pelo sacerdócio não têm necessariamente um maior amor a Deus do que outros que decidiram não enveredar por esse caminho. O sacerdócio não é a medida desse amor. Dá-lhe é mais visibilidade. Do mesmo modo, deixar o sacerdócio não significa pouco amor a Deus, muito menos que esse amor diminuiu devido à decisão. Pode até ser superior a quaisquer outros amores. Significa apenas que aquela forma de vida deixou de se adequar a determinada pessoa. Por isso, em minha opinião,nessa decisão, o factor que conta, não é a medida do amor que o padre tem a Deus, mas antes a alegria que tem em ser padre. Ninguém precisa de padres tristes e frustrados. Muito menos Deus precisa que lhe façam esse frete!

Anónimo disse...

É tão injusto que um padre, que é feliz e bom no que faz, tenha que abandonar o sacerdócio porque se apaixonou!
Se eu me apaixonasse por um padre, e fosse correspondida no meu amor, digo-lhe o que faria:
(Isto pode ser desaconselhado a menores!)
Mandava esse senhor "celibato" para as urtigas e tentava viver esse amor da melhor maneira possível, porque o que é errado hoje pode ser certo amanhã, basta que a Igreja se ponha de acordo quanto a isso. E digo-lhe mais, os padres deviam ser os primeiros a reivindicar o direito de poderem escolher a forma de viverem o seu ministério sem serem penalizados por isso, em vez de fingirem que está tudo bem, como se, a partir da sua ordenação, “morressem” da cintura para baixo e se transformassem nuns anjinhos.
Se até Jesus se fez homem, porque raio andam os padres armados em deuses?
Carla

Anónimo disse...

como este assunto me toca profundamente ...eu sou o "fruto"duma grande paixão por um Padre numa cidade ..quantas homilias foram pregadas para mim ..quanto sofrimento ....uma amizade sem fim..prevaleceu hoje brincamos os 2 com o meu ..nosso sofrimento mas o amor Venceu somos unha e carne e Ele um Padre encantador do melhor tem 70 anos

Anónimo disse...

Um padre apaixonado ou que apaixona por uma paroquiana é sempre "artigo que vende"...
Li muitos comentários/conselhos e... Não pretendo "iluminar" ninguém! Quem dou eu! Lâmpada fundida ou com luz intermitente?! Queria apenas partilhar convosco uma reflexão que já fiz com outro Padre em dúvidas...
Qual é o Amor maior? O que te trouxe aqui? O que queres para ti?
Isto depois de lhe/me dizer, com verdade, que todos os padres/homens normais se apaixonam, se enamoram e frequentemente se interrogam pelo caminho a seguir...
Aconteceu comigo e dou graças a Deus por ter "escolhido a melhor parte" como Maria, sem perder a amizade pura, sincera, próxima da mulher que, se não fosse padre, seria a minha! Não tenho vergonha de o dizer: os sacerdotes precisam de viver a verdadeira amizade, cumplicidade, empatia, correndo o risco do desejo por uma mulher! No fim, que vença o Amor maior! O que nos trouxe ao que somos...
A minha pobre oração por este colega e pela mulher por quem está enamorado...

Pe. Francisco G.

Ana Melo disse...

Ao anónimo de, 13 Maio, 2014 17:00

Amei o seu testemunho.
As lagrimas querem cair-me!! mas não são horas!!

Anónimo disse...

resposta a Ana Melo
chorar não tem horas ..acreditar so quem quer...eu tinha 35 anos e o dito Padre mais 15 ...e acredite que á historias de amor e amizade bonitas onde vence o Amor a minha é maravilhosa so para lhe adoçar a boca Um dia o dito Sr tava em lisboa com os alunos num retiro... telefonou-me como se estivesse em lisboa eu a faar como ele convencida disso mesmo ele disse-me abra-me a porta eu estou aqui em baixo eu fiquei doida de alegria ..PAra apimentar mais a historia se lhe apetecer chorar Eu não Sorriu nunca foi para a cama com o dito Sr Padre mas tenho surpresas de paixão que me troxeram nas nuvens anos sem fim hoje e um AMOR LINNNNNNNNNNNNDO

Anónimo disse...

Boa tarde,
O amor ou paixão dos padres, penso que é um sentimento como o de outras duas pessoas, onde não há um padre. Sentimentos são sentimentos, e se alguém conseguir explicar como se passa ao lado desses casos sem sofrer, ou fazer sofrer, podia dar uma ajudinha…, mas parece-me que não é fácil, não que eu tenha essa experiência, mas por casos semelhantes, na vida de pessoas “normais” (pessoas que não são consagradas, claro), também acontecem casos parecidos, e o melhor é não dar palpites, porque cada caso é diferente, cada pessoa é diferente, eles (os casos) vão-se resolvendo, com menos ou mais sofrimento, menos ou mais compreensão de parte a parte, mas como Deus é magnânimo, se quisermos pedir-Lhe ajuda, Ele arranja maneira de nos dar uns “conselhos”, que nós temos que ter fé para os conseguir ouvir e perceber.
Com certeza que o padre José, com a ajuda de Deus vai conseguir fazer da melhor maneira, pois Deus não o vai abandonar, vai sim dar-lhe os “tais conselhos” e ele vai ser feliz, seja qual for a escolha dele. Nós podemos ajudar, rezando por ele.
Também há uma coisa que ás vezes as pessoas de fora não conseguem perceber, que é a amizade entre um homem e uma mulher, seja padre ou não, porque a VERDADEIRA AMIZADE não escolhe sexo, idade, etc. Amizade é amizade. Infelizmente nos dias de hoje está-se a perder um pouco (muito) esse conceito e quanto mais se avança na idade, mais se vai percebendo isso, com muita pena minha. Ás vezes a melhor maneira de desabafar, é escrever, escrever, assim sem pontos, sem parágrafos, coisas que só nós percebemos, ou então chorar um bocadinho, que também ajuda muito…. (desculpem, agora fugi um pouco ao assunto, mas se calhar ás vezes tem algumas coisas em comum). Obrigada

Anónimo disse...

Uma nota com o seu interesse:

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/05/companheiras-de-padres-escrevem-ao-papa-pedindo-fim-do-celibato.html

Anónimo disse...

Boa tarde,
Pe. Francisco G.
"No fim, que vença o Amor maior!"
Gostava de perceber o que quer dizer com Amor maior.
Anónimo 7 maio 09:31

Coruja Sábia disse...

Cá estou eu lendo artigos antigos do seu blog e de outros, tirei o tempo para isso já que está muito frio lá fora, e não estou afim de aventura-me neste sereno nortuno sendo que a noite adoro sair sozinha e caminhar ao longo da praia. Realmente a situação é...Como posso dizer...Muito dificil, estou angústiada por uma amiga minha ter se apaixonado por um padre, e pra ficar pior ele sente o mesmo, ela sofre tanto, chora demais. Tenho estado pesada em pensamentos, seu sofrimento é tão grande...que acabo sofrendo junto. Ela veio falar comigo, bom virei sua confidente, eu já era, mas agora é mais. Em uma das nossas conversas, C. revelou gostar do padre G., na mesma hora desaprovei, e ela fechou a cara. Mas a dona C. seguiu com essa história, então num belo dia. Ela apareceu na minha porta chorando, acalentei C., dei-lhe uma taça de vinho, e conversa vai e vem, ela me disse estar louca e mais apaixonada do que nunca pelo padre G., eu lembro de dizer alguma coisa de que homens só destroem as nossas vidas. E que eu estava cansada desta droga chamada amor ou paixão, então prefiria ficar sozinha, vivendo com os meus gatos. Ela sorriu e a animei, lembro de nós duas entrarmos noite a dentro falando sobre homens, e suas conquistas baratas. Sinceramente meu caro amigo, não acredito num amor inabalavél, sincero e majestoso. Sim, o amor do meu caro mestre Deus é
maior que tudo, mas o amor da carne arde e queima como fogo interminavel, dolorido. Poucos são capazes de se entregarem ao amor por inteiro, mas isto é bom porque não te enlouquece ou te transforma numa besta. Lembro de dizer algo igual ou meio parecido a senhora ensadecida C., bom o vinho já tinha me alterado um pouco. Amar é dificil ainda sendo um padre.

Anónimo disse...

ABRIL D 2008.ELA TINHA APENAS 17 ANOS,ELA ESTAVA NOIVA DO SEU PRIMEIRO NAMORADO,+ ELA N CONHECIA O AMOR,NEM TAO POUCO A PAIXAO,MAIS EM UMA TARD D SABADO AO IR NO MERCADO SE DEPARA COM UM OLHAR Q EVITA O SEU.Q A FEZ ESTREMECER,O OLHAR+LINDO Q ELA JA HAVIA VISTO,SENTIU SEU CORAÇAO ACELERAR,ELA N SABIA QUEM ELE ERA,ACREDITAVA Q JAMAIS O VERIA NOVAMENT,ELE SE FOI,ENQNTO ELA O ADMIRAVA E AS MAOS SUAVAM,ELA FEZ UM PEDIDO EM SILENCIO"SENHOR PERMITA EU VER ESSE ANJO D NOVO"A IMAGEM DELE PERMANECEU NA CABEÇA DELA,PASSADO ALGUNS DIAS,ELA VAI A MISSA ,ELA SENTAVA SEMPR NO MESMO BANCO DA IGREJA, ENTAO ELA LEVANTA O OLHAR PARA O ALTAR E SENT SEU MUNDO GIRAR AO VER Q O "ANJO Q FEZ SEU CORAÇAO ACELERAR" ESTAVA ALI NA FRENTE,OLHANDO PARA ELA.ELA N SABIA SE ESTAVA FELIZ POR VE-LO NOVAMENT OU SE ENTRESTECIA POR PERCEBER Q ELE ERA ALGUEM SEPARADO P DEUS.ERA UM SEMINARISTA,D APENAS 21 ANOS,TAO LINDO Q PARECIA UM ANJO.MESMO N SENDO UM PADRE AINDA ELA SABIA Q ERA ERRADO E Q DEVERIA SE MANTER LONGE.E ASSIM ELA FEZ,SE AFASTOU,DEIXOU D IR NAS MISSAS COM FREQNCIA,MAIS TALVZ POR ACASO OU ALGO DO DESTINO,ELA SEMPR ESBARRAVA C ELE NAS RUAS DA PEQNA CIDADE,E CADA DIA ESTAVA MAIS FORT,ELE N SAIA DA CABEÇA dela.OS DIAS FORAM PASSANDO.DIANTE DESSE SENTIMENTO NUNCA SENTIDO ANTES,ELA TERMINOU O NOIVADO E FICOU SOZINHA COM SEU SENTIMENTO POR AQLE SEMINARISTA.OS DIAS PASSARAM E AQUEL SENTIMENTO ESTRANHO CRESCIA.DEPOIS DA AULA ELA ENTRA NO SEU ORKUT e se surpreende AO VER UM CONVITE D AMIZADE'DELE'E LOGO UM OI,CONVERSAS,TROCA D NUMEROS,TORPEDOS,LIGAÇOES,ENFIM AMIGOS.COMEÇARAM A SER CONFIDENTs NO ORKUT,ELE CONTAVA A ELA DOS SEUS MEDOS,SEUS SONHOS,D QUEM ELE ERA,D COMO VIVIA,Q ISSO D SER PADRE ERA UM SONHO DA MAE DELE E N DELE .ELA SE ENCONTRAVA TOTALMENTE APAIXONADA POR AQLE SEMINARISTA,MAIS ELA TINHA MEDO D FALAR A ELE E O PERDER D VEZ,POIS N QRIA MAIS FICAR SEM AQLE ANJO.ENTAO ELA SEGUIA EM SILENCIO. ENTAO ELE DEIXA UMA MSG Q FEZ SEU MUNDO PARAR: "ESTOU TOTALMENTE APAIXONADO POR VC" ELA LIA RELIA,LIA D NOVO,PARECIA N ACREDITAR,E ENTAO CHOROU E SE DECLAROU,DISSE DO QNTO ESTAVA APAIXONADA E COMEÇARAM A VIVER TUDO AQUILO,SE FALAVAM POR TELEFONE O TEMPO TODO, VARIOS "EU TE AMO", ELE A CHAMAVA DE "MINHA ANJINHA LINDA"...SE AMAVAM,POREM NUNCA HAVIAM SE TOCADO,(NENHUM DOS DOIS CONHECIA OS PECADOS CARNAIS)APENAS SUAS ALMAS,SEUS OLHARES E CORAÇOES JA TINHAM SE TOCADO.ENTAO COMEÇARAM A FAZER PLANOS,CONSTRUIR SONHOS.QUAO GRANDE AQLE AMOR,ELA TINHA CERTEZA Q ELE ERA O AMOR DA SUA VIDA E Q ERA O AMOR DA VIDA DELE.#DEZEMBRO DE 2008# ELE FALA P ELA Q VAO LEVA-LO EMBORA POIS AS IRMAS DESCOBRIRAM O SENTIMENTO DOS DOIS E DESCONFIA Q EXISTA ALGO.ELA SENTIU SEU CORAÇAO SER CORTADO,+ ELE A CONSOLOU C SUAS PROMESSAS D Q VOLTARIA,D Q N SERIA PADRE,Q IA LARGAR TUDO P VIVER AQLE AMOR.Q SO BASTAVA ELA ESPERAR POR ELE POR 1 ANO,TEMPO SUFICIENTE P ELE SE FORMAR EM TEOLOGIA.

Anónimo disse...

...#JANEIRO DE 2010#ELE FOI SE DESPEDIR DELA,MARCARAM UM ENCONTRO A NOIT.ENTAO ALI FOI O PRIMEIRO BJO DOS DOIS E TBM O D DESPEDIDA,PASSARAM ALGUMAS HORAS JUNTOS,SE BJARAM,CHORARAM,PROMETERAM AMOR ETERNO.ELE JUROU Q VOLTARIA P BUSCA-LA,DEIXOU C ELA UM ANJO D PORCELANA C ASAS C PLUMAS Q BRILHAVA,E TBM UM PAPEL ESCRITO C LETRAS D SANGUE DELE AS INICIAS DELES E UM JURAMENTO D Q VOLTARIA,E UMA MEDALHA Q ELE TANTO GOSTAVA DO PADRE PIO.NO DIA SEGUINTE PARTIU P BEM LONGE DELA.MAIS TINHAM CERTEZA Q NADA APAGARIA AQLE AMOR,ELES SE FALAVAM TODO DIA,TROCAVAM TORPEDOS O TEMPO TODO.OS MESES FORAM PASSANDO,ELE FOI PROIBIDO D USAR CEL, TUDO FOI SE DIFICUTANDO,MAS ELE SEMPRE ARRUMAVA UM JEITO D SE FALAREM.MAIS ELE FOI FICANDO ESTRANHO,COMEÇOU A TER MEDOS,DISSE Q ESTAVAM TENTANDO MUDAR OS PENSAMENTOS DELE,Q ESTAVAM CASTIGANDO ELE.AS LIGAÇOES FORAM DIMINUINDO,ELA N PODIA LIGAR,SEMPRE ESPERAVA A LIGAÇAO DELE,PQ ERA ESCONDIDO.ENTAO UM DIA ELE DISSE ALGO Q FEZ ELA SOFRER,DISSE Q N SABIA SE AMAVA ELA O TANTO Q ELA O AMAVA.AQUILO A DEIXOU C MTO MEDO D PERDER SEU AMADO,A CADA DIA ELE ESTAVA MAIS DISTANTE,MAIS FRIO.ATE Q UM DIA ELE PEDIU PRA ELA SEGUIR SUA VIDA E SER FELIZ,Q ELE QRIA SER PADRE.O CHAO Q ELA PISAVA NAQLE MOMENTO PARECIA DESMORONAR,ELA TENTOU DE TUDO PARA CONVENCER ELE Q ELA ERA O SEU GRANDE AMOR.ELE DISSE Q IRIA REZAR,E VER O Q DECIDIRIA.MARCOU UMA DATA,DISSE Q DEPOIS DESSA DATA SE ELE LIGASSE ELE A QRIA,SE N,ELA DEVIA SEGUIR A VIDA DELA.PASSARAM ALGUNS MESES.ELA TINHA CERTEZA Q ELE LIGARIA,MAS TINHA MEDO DELE N LIGAR TBM.E ESPEROU ANSIOSA POR AQLE DIA.PASSOU O DIA TODO C CEL NA MAO...MAIS ELE N LIGOU.E ENTAO ELA SOFREU MTO,CONFORME OS DIAS IAM PASSANDO ELA FICAVA PIOR,ENTROU EM DEPRESSAO,TENTAVA SE SUICIDAR,ELA ESTAVA LA NO FUNDO DO POÇO,SO PENSAVA NELE,TODA NOIT PEDIA A DEUS O SEU ANJO,ELA TENTOU DE TUDO PARA FALAR C ELE,MAIS ELA PERDEU O CONTATO,ELA LIGAVA NA CASA DELE,A MAE E IRMA DELE DETONAVAM ELA MAIS AINDA C PALAVRAS DURAS.E MESMO DIANTE DO ABANDONO DELE ELA O ESPEROU POR 1 ANO E 10 MESES,ELA N DEIXAVA NINg ENTRAR NA VIDA DELA,ELA SEMPRE IA NOS LUGARES ONDE O ELE IA ANTES,IA NOS LOCAIS DE ENCONTROS DOS DOIS,ELA CHORAVA MADRUGADAS E MADRUGADAS,NESSE TEMPO D SOFRIMENTO ELA CONHECEU UMA AMIGA Q A LEVOU PARA A IGREJA EVANGELICA E FOI OND ELA ENCONTROU FORÇAS P SEGUIR.LA ELA CONHECEU UM RAPAZ CRENTE,COMEÇOU A NAMORAR ELE E QNDO PARECIA Q ESTAVA TUDO BEM,Q ELA PODIA SER FELIZ SEM SEU ANJO SEMINARISTA, O TELEFONE TOCA...ERA UM NUMERO DESCONHECIDO,ELA ATENDE E AO OUVIR 'OI' MESMO DEPOIS D ANOS ELA NAO HAVIA ESQCIDO O SOM DAQLA VOZ,ELA N CONSEGUIU REsPONDER E DESLIGOU,ELA SABIA Q ERA ELE,O SEU GRANDE AMOR E SUA GRANDE DESTRUIÇAO,O CARA Q FEZ ELA CONHECER O AMOR, MAIS TBM O CARA Q QUASE A MATOU.DEPOIS D RESPIRAR ELA RETORNOU,SIM ERA ELE QRENDO SABER COMO ELA ESTAVA,DISSE Q TINHA SIDO ORDENADO DIACONO.E ELA DEPOIS DE TANTO SOFRIMENTO ELA QRIA MOSTRAR P ELE AGORA Q ESTAVA BEM E FELIZ APESAR DELE TER A DEIXADO,ELA CONTOU A ELE Q ESTAVA NAMORANDO E Q IA SE CASAR EM BREVE.ELA PEDIU PRA ELE N A LIGAR MAIS.POBRE COITADA,MAL SABIA ELA Q AQLE AMOR ESTAVA APENAS ADORMECIDO,E AO DEITAR ELA CHOROU,ELA GRITOU ELA SOFREU D NOVO E VIU Q SEU AMOR ERA ELE,Q ELA N ESTAVA FELIZ.ENTAO FICARAM MAIS UNS ANOS SEM SE FALAREM.ELA COMPRA UM CEL NOVO E BAIXA O WHATSAP E O NUMERO DELE ESTAVA SALVO, ENTAO AO VER O CONTATO DELE NO WHATS COM FOTO ELA NAO CONSEGUIU MAIS SER FORTE,FINGIR Q ERA FELIZ POR ORGULHO,ENTAO ELA MANDOU OI,E ENTAO ELA FICA SABENDO Q AGORA ELE JA É UM PADRE.FICA ABALADA MAIS AQUILO NAO MUDA O Q ELA SENTE POR ELE.ENTAO COMEÇARAM A SE FALAR,TODO DIA,ALTAS MADRUGADA,ENTAO ELA TERMINOU O NAMORO,VIU Q N IA AMAR AQLE RAPAZ NUNCA Q SEU GRANDE AMOR ERA ESSE PADRE.E ELE CONTA A ELA Q QNDO LIGOU FOI PARA FALAR Q IA SER APENAS DIACONO E Q AINDA AMAVA ELA E IA VOLTAR,MAIS ELA JA ESTAVA VIVENDO E SENDO FELIZ ASSIM COMO ELE MANDOU.ELES SE AMAM,MAIS A ALGO Q OS SEPARAM, O CELIBATO, ELE TEM MEDOS,ELE N QUER DECEPCIONAR AS PESSOAS.PREFERE VIVER INFELIZ DIANTE DA SOCIEDADE FINGINDO SER FELIZ,SENDO Q SEU CORAÇAO ALMEJA OUTROS SONHOS...

Anónimo disse...

...SE PASSARAM TANTOS ANOS E AQUELA GAROTA Q HJ É UMA MULHER DE 26 ANOS,QUE SOU EU, NUNCA DEIXOU DE AMA-LO.EU AINDA TENHO ESPERANÇA DE VE-LO D NOVO,NUNCA FUI DE HOMEM NENHUM,NAO PERMITI HOMEM NENHUM ME TOCAR,ME POSSUIR,MTOS FALAM Q SOU LOUCA,MAIS AMO ELE E NAO QRO NINGM Q NAO SEJA ELE,SE N FOSSE AMOR COMO DURARIA TANTO ASSIM?COMO ESSE SENTIMENTO SOBREVIVIRIA AO TEMPO,AS DECEPÇOES?HJ EM DIA NOS FALAMOS PELO WHATS,E QNDO VEMOS Q ESTA MTO INTENSO NOS AFASTAMOS E NOS DAMOS UM TEMPO,NUNCA MAIS VI ELE,JA TEM 7 ANOS Q ELE FOI PRA BEM LONGE D MIM.N SEI QUAL O FINAL DESSA HISTORIA.SO SEI Q POSSO DIZER.EU O AMO DE VERDADE E DARIA ANOS DA MINHA VIDA SO PRA TER ALGUNS MINUTOS AO LADO DELE.LeRaps

Anónimo disse...

Sabias palavras Pe. Francisco G. Que Deus abençoe eles e q o melhor tenha acontecido uma vez q já se passou muito tempo! Desde ja rezo por todos q passam por situação parecida eu sei que não e facil. Conforme um querido sábio me disse: o amor o sentimento não passa ... A paixão passa o amor fica. Então que sê escolha o maior amor.

Anónimo disse...

Padre Francisco tudo bem? o senhor é padre mesmo?

Anónimo disse...

"Todo amor é amor e ninguém sabe onde Deus acaba e recomeça"

Imagino o quão difícil deve ser para o sr quanto padre lhe dizer o que é o correto a fazer, escolher...
Gostaria de saber, o que houve com ele?

Anónimo disse...

Conheço um historia muita parecida com essa José Alxexandre x Camila. O amor dele nunca foi verdadeiro como o dela. Amor verdadeiro nunca e jamais morre ele sobreviver a qualquer temporal. Só que que mostrou tantas vezes rudes diante dela, que ela teve medos até mesmo de seus olhares. Sei de Camila, ela continua a sua vida como sempre foi, buscando sempre a presença de Deus ao seu lado e rezando por. Quando sempre chega a noite ela se desespera por tanto amor por ele. Só que aí ela cobra sempre a sua razão. Devido essa razão ela se foi sem lhe dizer ao menos adeus. Continua Amando José A....( Pai amado )

Anónimo disse...

Conheço um historia muita parecida com essa José Alxexandre x Camila. O amor dele nunca foi verdadeiro como o dela. Amor verdadeiro nunca e jamais morre ele sobreviver a qualquer temporal. Só que que mostrou tantas vezes rudes diante dela, que ela teve medos até mesmo de seus olhares. Sei de Camila, ela continua a sua vida como sempre foi, buscando sempre a presença de Deus ao seu lado e rezando por. Quando sempre chega a noite ela se desespera por tanto amor por ele. Só que aí ela cobra sempre a sua razão. Devido essa razão ela se foi sem lhe dizer ao menos adeus. Continua Amando José A....( Pai amado )

Anónimo disse...

Ao querido Pe. José.
Sou Aquele Canarinho Que Cantou Em Seu Terreiro
Em Frente Sua Janela Eu Cantava O Dia Inteiro
Depois Fui Pra Uma Gaiola E Me Fizeram Prisioneiro
Me Levaram Pra Cidade...Lembra- ti disto?

Anónimo disse...

Nossa, vasculhando o blog, encontrei-me por acaso aqui, conheço mais uma estoria parecido com essa. Ah!!! ...Preferencia pelo azul. Sim sou uma das que ama o azul. Durante uma posse de quem amo muito usei azul. O azul da nossa rainha, da nossa mãe. Que carregou o Divino filho de Deus e por ela que um José se apaixonu e por sinal cuidou deles até onde Deus permitiu.

Anónimo disse...

Olha, eu sei que o barco tá furado e sei que você também sabe, mas queria te dizer pra não parar de remar, porque te ver remando me dá vontade de não querer parar também. Tá me entendendo? Eu sei que sim. Eu entro nesse barco, é só me pedir. Nem precisa de jeito certo, só dizer e eu vou. Faz tempo que quero ingressar nessa viagem, mas pra isso preciso saber se você vai também. Porque sozinha, não vou. Não tem como remar sozinha, eu ficaria girando em torno de mim mesma. Mas olha, eu só entro nesse barco se você prometer remar também! Eu abandono tudo, história, passado, cicatrizes...
Mesmo se esse barco estiver furado eu vou, basta me pedir. Mas a gente tem que afundar junto e descobrir que é possível nadar junto. Eu te ensino a nadar, juro! Mas você tem que me prometer que vai tentar, que vai se esforçar, que vai remar enquanto for preciso, enquanto tiver forças! Você tem que me prometer que essa viagem. não vai ser a toa, que vale a pena. Que por você vale a pena. Que por nós vale a pena. Remar. Re-amar. Amar. Declaração do impossível.

Anónimo disse...

Nossa, tocante esta declaração, amei por sinal quem poderia ser a dona ou dono desta poderosa atuação nos embalo de amar. Tem indícios de verdades.

Anónimo disse...

...bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é muito curta pra ser insignificante.

Anónimo disse...

As paixões humanas, como as formas da natureza, são eternas.

Anónimo disse...

A ausência diminui as paixões pequenas e aumenta as grandes, porque o vento apaga velas e ventila um incêndio. ch m

Anónimo disse...

É a paixão que está em um beijo que lhe dá sua doçura; é o afeto em um beijo que o santifica.

Anónimo disse...

Ah, como parar de pensar nesta historia do padre Jose, sinto como tudo pode ser real na verdade. Sentimentos verdadeiros de um homem castiço, mas que tem um coração que pulsa sim por um amor diferente...